13% acreditam que uma professora portadora do vírus da aids não pode dar aulas em qualquer escola.
22,5% afirmam que não se pode comprar legumes e verduras em um local onde trabalha um portador do HIV
19% acreditam que, se um membro de uma família ficasse doente de aids, essa pessoa não deveria ser cuidada na casa da família.
Bolha
Na base da bolha, a ser instalada em ocasião do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, haverá uma frase do jornalista e sociólogo Herbert Daniel, que morreu no ano de 1992 em decorrência da aids. “Há uma coisa dentro de mim, contagiosa e mortal, perigosíssima, chamada vida, lateja como desafio”.
O grupo Teatro Oportuno, que atua com arte e educação, também participa da intervenção urbana, interagindo com o público que passar pelo local. Foram convidados estudantes de escolas públicas do Distrito Federal e representantes de organizações que trabalham com prevenção e enfrentamento da doença. A interação é aberta a todos os interessados. A interação é aberta a todos os interessados e será transmitida ao vivo das 9h às 18h pelo site www.aids.gov.br/diamundial.
“O estigma relacionado à doença afasta as pessoas tanto do diagnóstico como do tratamento, por isso impactam diretamente na sua qualidade de vida”, destaca a diretora do Programa Nacional de DST e Aids, Mariângela Simão. Depois de anos convivendo com a epidemia, diz ela, é preciso que a sociedade não apenas respeite e aceite essas pessoas, mas que as acolha.
Fonte: Programa Nacional de DST/Aids



